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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Ler a Suma Teológica: proposta e índice.

Queridos amigos, a proposta deste blog é ler a Suma Teológica desde a primeira questão até a última. Aqui, temos dois índices: um primeiro índice dos grandes temas da Suma que já comentamos, e em seguida os links por ordem... Continue lendo →

Post Destacado

A ignorância pode causar a involuntariedade da conduta humana? Segunda Seção da Primeira parte, questão 6, artigo 8, parte 1 de 3.

Introdução. Nesta sexta questão desta segunda seção da primeira parte da Suma, o que está em debate é a voluntariedade dos atos humanos e seus limites internos. Já debatemos se a voluntariedade está presente nos atos humanos (artigo 1), nos... Continue lendo →

Será que desejo ardente de prazer sensível prejudica a voluntariedade? Segunda Seção da Primeira Parte, questão 6, artigo 7, parte 3 de 3.

Retomando para encerrar. Vimos, no texto anterior, que Tomás não equipara a concupiscência ao pecado. Como não o faz o Magistério da Igreja Católica. De fato, para o Magistério, tal como expresso no Catecismo da Igreja Católica, as paixões, isto... Continue lendo →

Será que desejo ardente de prazer sensível prejudica a voluntariedade? Segunda Seção da Primeira Parte, questão 6, artigo 7, parte 2 de 3.

Retomando. Vimos, no texto anterior, que São Tomás de Aquino entende a tal da concupiscência como aquele desejo ardente e forte, um entusiasmo da nossa sensibilidade quando interpelada por coisas materiais muito atraentes. Vimos, ali, a hipótese inicial de que... Continue lendo →

Será que desejo ardente de prazer sensível prejudica a voluntariedade? Segunda Seção da Primeira Parte, questão 6, artigo 7, parte 1 de 3.

Introdução. Neste artigo, Tomás debate a influência da concupiscência sobre a voluntariedade dos atos. E aqui surge um pequeno problema de comunicação para nós leitores de hoje: a palavra concupiscência adquiriu um significado quase exclusivamente pejorativo ou associado diretamente ao... Continue lendo →

O medo retira completamente a voluntariedade dos atos humanos? Primeira parte, questão 6, artigo 6, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. No texto anterior, concluímos com a afirmação de que o medo não anula a voluntariedade da ação concreta: agir sob ameaça é uma escolha real diante de circunstâncias reais — um ato essencialmente voluntário nas circunstâncias presentes,... Continue lendo →

O medo retira completamente a voluntariedade dos atos humanos? Primeira parte, questão 6, artigo 6, parte 2 de 3.

Retomando.  No texto anterior, vimos a questão da influência que o medo tem na tomada de decisões. Já sabemos que a liberdade é muito mais do que a capacidade de escolher, e envolve alcançar o bem que é Deus junto... Continue lendo →

O medo retira completamente a voluntariedade dos atos humanos? Primeira parte, questão 6, artigo 6, parte 1 de 3.

Introdução.  Estamos, aqui, debatendo a questão da liberdade, mas num nível introdutório. Trata-se de avaliar os pressupostos da liberdade, ou seja, a possibilidade de realizar escolhas livres. Sob violência ou sob medo não se pode ser livre, mas, ainda que... Continue lendo →

A violência exclui a voluntariedade? Primeira seção da Segunda Parte, questão 6, artigo 5, parte 3 de 3.

Retomando. Vimos, no texto anterior, que Tomás entende a violência como algo que se opõe simultaneamente à voluntariedade e à natureza. Como entender isso? Tomás nos apresenta um mundo consistente, no qual todas as coisas (nós também) temos um movimento,... Continue lendo →

A violência exclui a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 5, parte 2 de 3.

Retomando. Vimos, então, o interessante debate sobre o efeito da violência na voluntariedade dos atos humanos. É preciso que lembremos sempre que um ato propriamente humano é justamente caracterizado por ser voluntário; deste modo, como interpretar os atos que decorrem... Continue lendo →

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